Hoje meu caçula está completando 5 meses de vida. QUE BEBÊ GOSTOSO!
O Felipe também era uma delícia, mas, não sei se porque estou mais tranquila, o Davi parece ser tão bonzinho. A gente deve esquecer mesmo... Eu lembro que achava o Felipe o mais fofo de todos, que não existia neném mais sorridente, mais carinhoso, mais gostoso. Daí chegou o Davi e mostrou que essa fábrica é realmente das boas, hehehe, pois ele é um bebê tremendamente encantador.
Muuuuuito sorridente. Sorri até entre os resmungos das crises de cólica. É só qualquer pessoa mexer com ele, que ele abre aquele sorrisão banguela delicioso. Já consegue rolar pro lado esquerdo e, por causa disso, aprendeu a dormir de ladinho, o que causou uma melhora significativa em seu sono.
Davi, você deixou nossa família completa e mais feliz ainda. Seja bem-vindo!
terça-feira, 13 de dezembro de 2011
segunda-feira, 12 de dezembro de 2011
Tranqueirinha
Felipe: "Papai, quelo mais suco"
Sandro: "Agora não."
Felipe: "Por favor, papaizinho"
Sandro: "Só na hora do jantar."
Felipe: "Papai, quelo jantai"
sexta-feira, 9 de dezembro de 2011
Estou muito feliz porque você existe
O Felipe está uma criança deliciosa. Batendo os dois anos e meio, está com a linguagem bem desenvolvida, o que lhe permite expressar toda sua inata doçura.
Esses dias eu li que, uma maneira de educar sem precisar bater (porque às vezes dá vontade, sim) é recompensando o bom comportamento. É uma ótima dica! Daí comecei a dizer pro Felipe que eu estava muito feliz porque ele estava fazendo xixi no vaso, porque ele estava comendo toda a comida, guardando todos os brinquedos, etc, o que o deixava todo satisfeito - eu percebia sua expressão de contentamento em ver que ele estava me agradando. Daí a gente estava brincando e ele olhou pra mim e disse: "Mamãe, eu estou muito feliz". Aaaaaaaiiiiiiii, que fofo!!! Quase esmaguei aquele moleque. São esses os momentos que a gente classifica como impagáveis, insubstituíveis.
Antes de dormir, juntas as mãozinhas e diz: "Amém, papai do céu. Obrigado pelo dia, que foi ótimo. Obrigado pelo papai, pela mamãe, pelo Davi, pelo titio Vaka, pela titia Tarsila, pelo vovô, pela vovó..." Com a voz mais doce do mundo.
E são frases complexas, do tipo: "Bebe o suco devagar, mamãe, pra não derrubar. Coloca a mão e segura bem forte" (repetindo o que a gente fala pra ele), ou "Pega o meu Homem-Aranha na mochila, lá na sala. Abre zíper...", ou "Oi, eu sou o Ben 10, você quer brincar comigo?" (com um bonequinho do Homem Aranha numa mão e um do Ben 10 na outra).
Tão fofo, mas tão fofo, que morro de remorso quando perco a paciência com ele, naquela situações que um jogo de cintura resolveria tranquilamente. Fico muito triste e decepcionada comigo mesma, porque sei que sempre tem um jeito carinhoso de contornar a situação, alguma brincadeira que faça com que ele esqueça sua birra... sempre consigo contornar, sem brigar, quando me proponho a isso. Ele fica muito triste quando eu brigo com ele, quando falo alto, e eu mais triste ainda.

Devo ressaltar que fico triste quando brigo em situações que não precisaria de uma briga. Mas quando ele faz algo errado, brigo e sou firme, o que faz com que ele me obedeça. Muita responsabilidade isso de por limites, de disciplinar..
Esses dias eu li que, uma maneira de educar sem precisar bater (porque às vezes dá vontade, sim) é recompensando o bom comportamento. É uma ótima dica! Daí comecei a dizer pro Felipe que eu estava muito feliz porque ele estava fazendo xixi no vaso, porque ele estava comendo toda a comida, guardando todos os brinquedos, etc, o que o deixava todo satisfeito - eu percebia sua expressão de contentamento em ver que ele estava me agradando. Daí a gente estava brincando e ele olhou pra mim e disse: "Mamãe, eu estou muito feliz". Aaaaaaaiiiiiiii, que fofo!!! Quase esmaguei aquele moleque. São esses os momentos que a gente classifica como impagáveis, insubstituíveis.
Antes de dormir, juntas as mãozinhas e diz: "Amém, papai do céu. Obrigado pelo dia, que foi ótimo. Obrigado pelo papai, pela mamãe, pelo Davi, pelo titio Vaka, pela titia Tarsila, pelo vovô, pela vovó..." Com a voz mais doce do mundo.
E são frases complexas, do tipo: "Bebe o suco devagar, mamãe, pra não derrubar. Coloca a mão e segura bem forte" (repetindo o que a gente fala pra ele), ou "Pega o meu Homem-Aranha na mochila, lá na sala. Abre zíper...", ou "Oi, eu sou o Ben 10, você quer brincar comigo?" (com um bonequinho do Homem Aranha numa mão e um do Ben 10 na outra).
Tão fofo, mas tão fofo, que morro de remorso quando perco a paciência com ele, naquela situações que um jogo de cintura resolveria tranquilamente. Fico muito triste e decepcionada comigo mesma, porque sei que sempre tem um jeito carinhoso de contornar a situação, alguma brincadeira que faça com que ele esqueça sua birra... sempre consigo contornar, sem brigar, quando me proponho a isso. Ele fica muito triste quando eu brigo com ele, quando falo alto, e eu mais triste ainda.

Devo ressaltar que fico triste quando brigo em situações que não precisaria de uma briga. Mas quando ele faz algo errado, brigo e sou firme, o que faz com que ele me obedeça. Muita responsabilidade isso de por limites, de disciplinar..
sexta-feira, 30 de setembro de 2011
Mamãe, não: é vovó!
Comecei a escrever o post de hoje já faz batante tempo, e nem me lembro mais porque não publiquei no dia...
"Mamãe, não: é vovó!" foi a reação do Felipe quando chamei minha mãe de mãe. O trocadilho serve bem pra ilustrar essa dupla função da avó, como se ela fosse duas vezes mãe e como se fosse possível ter dedicação em dobro. Pois a minha mãe está sendo mãe elevada à enésima potência e, sim, consegue se sair brilhantemente nesta função.
Minha mãe está hospedada em minha casa, beeeem longe da casa dela, há mais de um mês. Chegou quando eu estava grávida de 37 semanas, pra me dar um suporte com o Felipe no caso de o Davi resolver chegar de surpresa. Ela e meu pai esperaram pacientemente até o dia do parto, estavam presentes no hospital e, literalmente, assistiram ao nascimento do Davi.
Eles também estavam lá no nascimento do Felipe e conseguiram me passar a tranquilidade que eu precisava. Ele demorou pra chegar no quarto porque precisou receber oxigênio extra, por oito horas, no berçário do hospital. Eu só soube depois e, com o sorriso estampado no rosto deles, nem dava pra desconfiar que havia algo de errado.
Bem, pelo que está escrito, essa postagem foi feita lá em BH. O final da história é que nos mudamos para Campo Grande e minha mãe viajou conosco, cuidou da gente na casa do meu irmão enquanto não conseguíamos alugar uma casa, ajudou na mudança e só quando estávamos confortavelmente instalados é que voltou para a sua casa.
Isso aconteceu há praticamente um mês e duvido que ela apareça por essas bandas tão cedo... Não tem problema, darling: nós vamos até você!
Esta postagem é para tornar público meu agradecimento por ter estado tão presente nos momentos em que realmente precisei de você. Amo-te!
"Mamãe, não: é vovó!" foi a reação do Felipe quando chamei minha mãe de mãe. O trocadilho serve bem pra ilustrar essa dupla função da avó, como se ela fosse duas vezes mãe e como se fosse possível ter dedicação em dobro. Pois a minha mãe está sendo mãe elevada à enésima potência e, sim, consegue se sair brilhantemente nesta função.
Minha mãe está hospedada em minha casa, beeeem longe da casa dela, há mais de um mês. Chegou quando eu estava grávida de 37 semanas, pra me dar um suporte com o Felipe no caso de o Davi resolver chegar de surpresa. Ela e meu pai esperaram pacientemente até o dia do parto, estavam presentes no hospital e, literalmente, assistiram ao nascimento do Davi.
Eles também estavam lá no nascimento do Felipe e conseguiram me passar a tranquilidade que eu precisava. Ele demorou pra chegar no quarto porque precisou receber oxigênio extra, por oito horas, no berçário do hospital. Eu só soube depois e, com o sorriso estampado no rosto deles, nem dava pra desconfiar que havia algo de errado.
Bem, pelo que está escrito, essa postagem foi feita lá em BH. O final da história é que nos mudamos para Campo Grande e minha mãe viajou conosco, cuidou da gente na casa do meu irmão enquanto não conseguíamos alugar uma casa, ajudou na mudança e só quando estávamos confortavelmente instalados é que voltou para a sua casa.
Isso aconteceu há praticamente um mês e duvido que ela apareça por essas bandas tão cedo... Não tem problema, darling: nós vamos até você!
Esta postagem é para tornar público meu agradecimento por ter estado tão presente nos momentos em que realmente precisei de você. Amo-te!
terça-feira, 27 de setembro de 2011
Canseira
Agora que sou oficialmente mãe de dois filhos, inegavelmente doces crianças, posso oficialmente declarar-me cansada! Já tinha escutado que "o segundo filho é mais fácil", mas eu não estou achando essa moleza toda não, viu...
Vocês podem estar pensando: "Caramba, a mulher fica dois meses sem postar nada e, quando o faz, reclama que está cansada?" Bem, estou mesmo e, quando penso no assunto "dois filhos", o cansaço é a primeira coisa que me vem na cabeça.
Nesta noite, por exemplo, eu não passei mais do que dez minutos deitada em minha cama. O Davi acordou para mamar por volta das dez da noite e eu, que tinha acabado de ir deitar, fui pro quarto dele e, ao sentar na mega-poltrona-super-maravilhosa-e-confortável que tem lá, adormeci com ele no colo. Acordei umas duas horas depois com o peito pra fora, Davi dormindo e zonza como um zumbi. Coloquei-o no berço e fui pra minha cama. Alguns minutos depois escutei ele me chamando com aquela vozinha de quem está educadamente reclamando (como foi colocado no berço sem ter arrotado, ficou incomodado). Levantei e começou tudo de novo, pois como já fazia mais de duas horas da última amamentação, resolvi amamentar de novo, com o outro peito.
Esse ciclo foi repetido A NOITE TODA.
O agravante é que, em parte dessas acordadas do Davi, o Felipe também acordava com a barulheira e sobrava para o Sandro levantar e ir no quarto dele acudi-lo. Eu nem podia consolar o Davi em voz alta, porque o Felipe iria escutar e ia querer que eu fosse lá no quarto dele também.
O resultado é que minha cama poderosa passou a noite sozinha, já que o Sandro também adormecia todo encolhido na caminha do Fefê.
Daí lembrei que meu obstetra foi categórico quando nos aconselhou a não tomar nenhuma medida definitiva nos primeiros meses após o parto, dizendo que todo mundo iria querer fazer vasectomia ou ligadura de trompas, em decorrência do cansaço inerente a essa fase. Sábias palavras. Eu fico arrepiada só de pensar na hipótese de ter outro bebê, acredito piamente que eu não daria conta de cuidar apropriadamente...
Mas isso deve passar mesmo, porque eu não me lembro de ter ficado assim quando o Felipe era o bebezinho. Hoje, só lembro da risada dele, das covinhas das coxas, da primeira gargalhada, dele dormindo no meu colo depois de mamar... Lembro que a menina que trabalhava em casa na época dizia que nem parecia que tinha bebê em casa, de tão bonzinho que o Felipe era - foram exatamente essas as palavras que escutei esses dias aqui em casa, em relação ao Davi.
E eles são mesmo uns fofos... A culpa da minha canseira é minha, ou, no máximo, da minha poltrona, mas não deles. É deles apenas a responsabilidade por me fazer tão feliz com cada sorriso e abraço.
Vocês podem estar pensando: "Caramba, a mulher fica dois meses sem postar nada e, quando o faz, reclama que está cansada?" Bem, estou mesmo e, quando penso no assunto "dois filhos", o cansaço é a primeira coisa que me vem na cabeça.
Nesta noite, por exemplo, eu não passei mais do que dez minutos deitada em minha cama. O Davi acordou para mamar por volta das dez da noite e eu, que tinha acabado de ir deitar, fui pro quarto dele e, ao sentar na mega-poltrona-super-maravilhosa-e-confortável que tem lá, adormeci com ele no colo. Acordei umas duas horas depois com o peito pra fora, Davi dormindo e zonza como um zumbi. Coloquei-o no berço e fui pra minha cama. Alguns minutos depois escutei ele me chamando com aquela vozinha de quem está educadamente reclamando (como foi colocado no berço sem ter arrotado, ficou incomodado). Levantei e começou tudo de novo, pois como já fazia mais de duas horas da última amamentação, resolvi amamentar de novo, com o outro peito.
Esse ciclo foi repetido A NOITE TODA.
O agravante é que, em parte dessas acordadas do Davi, o Felipe também acordava com a barulheira e sobrava para o Sandro levantar e ir no quarto dele acudi-lo. Eu nem podia consolar o Davi em voz alta, porque o Felipe iria escutar e ia querer que eu fosse lá no quarto dele também.
O resultado é que minha cama poderosa passou a noite sozinha, já que o Sandro também adormecia todo encolhido na caminha do Fefê.
Daí lembrei que meu obstetra foi categórico quando nos aconselhou a não tomar nenhuma medida definitiva nos primeiros meses após o parto, dizendo que todo mundo iria querer fazer vasectomia ou ligadura de trompas, em decorrência do cansaço inerente a essa fase. Sábias palavras. Eu fico arrepiada só de pensar na hipótese de ter outro bebê, acredito piamente que eu não daria conta de cuidar apropriadamente...
Mas isso deve passar mesmo, porque eu não me lembro de ter ficado assim quando o Felipe era o bebezinho. Hoje, só lembro da risada dele, das covinhas das coxas, da primeira gargalhada, dele dormindo no meu colo depois de mamar... Lembro que a menina que trabalhava em casa na época dizia que nem parecia que tinha bebê em casa, de tão bonzinho que o Felipe era - foram exatamente essas as palavras que escutei esses dias aqui em casa, em relação ao Davi.
E eles são mesmo uns fofos... A culpa da minha canseira é minha, ou, no máximo, da minha poltrona, mas não deles. É deles apenas a responsabilidade por me fazer tão feliz com cada sorriso e abraço.
sexta-feira, 5 de agosto de 2011
Pronto: a chupeta venceu!
Tá bom, eu sei. Fiquei super brava quando a berçarista apresentou a chupeta ao Felipe, quando ele foi pra escolinha aos sete meses. Lembro de ter afirmado categoricamente que bebês não precisavam de chupeta, que não iriam sentir falta dela se eles não a conhecessem, mas a moça me convenceu de que na escola seria necessário, para o Felipe meio que suprir a minha ausência (leia-se "a ausência dos meus peitões") com a sucção do "bico", como dizem os mineiros.
Na época, havia sido orientada pelo pediatra ban-ban-ban de São Paulo que era pra eu amamentar o Felipe através do método da livre demanda, ou seja, amamentá-lo sempre que ele quisesse mamar, independentemente do horário. Eu lembro de ter perguntado: "Chorou, dou o peito?" e ele ter respondido que sim, inclusive naqueles agoniantes momentos de cólica. E eu sempre fiquei faceira com o bolinho fofo de carne branca que crescia vertiginosamente com tanto leite, gabava-me da amamentação exclusiva nos seis primeiros meses.
Verdade seja dita: apesar de eu seguir a orientação do médico, o Felipe tinha muuuuita cólica e não dormia "o dia inteiro" como fazem os recém-nascidos dos outros.
Como o Davi é o segundo filho, cedi na primeira referência que a pediatra fez à chupeta, explicando que amamentar nos momentos de cólica só iria piorar o quadro, pois o bebê já estava alimentado e tendo dificuldade justamente na digestão. Era como se eu foses comer costela de porco uma hora depois de ter me acabado com uma feijoada. Sugeriu que eu oferecesse a chupeta toda vez que ele já estivesse alimentado e se contorcendo de dor, ocasiões em que eu normalmente amamentaria.
DEU MUITO CERTO! Peguei uma chupeta que tinha comprado pro Felipe antes de ele nascer, mas que nunca tinha usado (lembrem-se: quando é o segundo filho a gente não se importa mais que a chupeta tenha dois anos). Na primeira tentativa de soneca em momento de cólica, fiquei 40 minutos do lado do moisés, pagiando o Davi e colocando a chupeta na boca em cada contorcida que ele dava, em cada vez que ele a jogava pra fora da boca. Depois disso, ele dormiu por mais de duas horas seguidas, já sem a chupeta. Olha a cara de paz do meu gostosinho caçula:
Agora faço isso sempre e, na boa, recomendo às mães que se identificarem com a idéia: dar a chupeta quando o bebê está com cólica (sigam sempre seu coração, ninguém conhece melhor o bebê do que a mãe zelosa).
Não é tão simples, ressalte-se: o Davi já nasceu sabendo sugar, mamou na própria sala do parto, mas ele não tem toda essa desenvoltura com a chupeta. Quando ele tem cólica, ele chora muito, berra mesmo, continuamente, a boca fica sempre aberta, gritando e, por isso, a gente tem que ficar segurando a chupeta e torcendo pra que ele feche a boca e pegue o bico. Demora um pouco, dá uma certa agonia, mas compensa quando ele começa a sugar e se acalmar (no caso do Davi, a cor dele muda de roxo para rosa e, depois, para branco).
Na época, havia sido orientada pelo pediatra ban-ban-ban de São Paulo que era pra eu amamentar o Felipe através do método da livre demanda, ou seja, amamentá-lo sempre que ele quisesse mamar, independentemente do horário. Eu lembro de ter perguntado: "Chorou, dou o peito?" e ele ter respondido que sim, inclusive naqueles agoniantes momentos de cólica. E eu sempre fiquei faceira com o bolinho fofo de carne branca que crescia vertiginosamente com tanto leite, gabava-me da amamentação exclusiva nos seis primeiros meses.
Verdade seja dita: apesar de eu seguir a orientação do médico, o Felipe tinha muuuuita cólica e não dormia "o dia inteiro" como fazem os recém-nascidos dos outros.
Como o Davi é o segundo filho, cedi na primeira referência que a pediatra fez à chupeta, explicando que amamentar nos momentos de cólica só iria piorar o quadro, pois o bebê já estava alimentado e tendo dificuldade justamente na digestão. Era como se eu foses comer costela de porco uma hora depois de ter me acabado com uma feijoada. Sugeriu que eu oferecesse a chupeta toda vez que ele já estivesse alimentado e se contorcendo de dor, ocasiões em que eu normalmente amamentaria.
DEU MUITO CERTO! Peguei uma chupeta que tinha comprado pro Felipe antes de ele nascer, mas que nunca tinha usado (lembrem-se: quando é o segundo filho a gente não se importa mais que a chupeta tenha dois anos). Na primeira tentativa de soneca em momento de cólica, fiquei 40 minutos do lado do moisés, pagiando o Davi e colocando a chupeta na boca em cada contorcida que ele dava, em cada vez que ele a jogava pra fora da boca. Depois disso, ele dormiu por mais de duas horas seguidas, já sem a chupeta. Olha a cara de paz do meu gostosinho caçula:
Agora faço isso sempre e, na boa, recomendo às mães que se identificarem com a idéia: dar a chupeta quando o bebê está com cólica (sigam sempre seu coração, ninguém conhece melhor o bebê do que a mãe zelosa).
Não é tão simples, ressalte-se: o Davi já nasceu sabendo sugar, mamou na própria sala do parto, mas ele não tem toda essa desenvoltura com a chupeta. Quando ele tem cólica, ele chora muito, berra mesmo, continuamente, a boca fica sempre aberta, gritando e, por isso, a gente tem que ficar segurando a chupeta e torcendo pra que ele feche a boca e pegue o bico. Demora um pouco, dá uma certa agonia, mas compensa quando ele começa a sugar e se acalmar (no caso do Davi, a cor dele muda de roxo para rosa e, depois, para branco).
domingo, 17 de julho de 2011
Davi chegou!
Sim, o blog ainda existe. Estive um tempão sem postar porque estava me preparando para o nascimento do meu segundo bebê e, depois, porque ele chegou e eu estava (ainda estou) me adaptando à nova rotina de ser mãe de dois filhos.
O Davi nasceu no dia 13/07/2011, às 15h15, no hospital Mater Dei, em Belo Horizonte-MG. S-A-U-D-A-V-E-L, sem hipoglicemia e pesando 200g a menos do que previa a última ultrassonografia. É um bebê considerado grande (3.790 g distribuídos em 51 cm de comprimento), mas não é dos maiores.
O dia do nascimento do Davi foi daqueles memoráveis, a cirurgia foi emocionante. Primeiro porque o Sandro estava presente na sala do parto e meus pais puderam assistir a tudo através de uma janela de vidro, que dá para uma salinha anexa (a Sala da Família) chamada de "mineirinho". Depois porque o Davi nasceu chorando pra caramba, demonstrando ser bem saudável, porque ele foi direto pro meu colo assim que liberado pela neonatologista e, isso foi o auge, eu pude amamentá-lo ali mesmo, deitada na mesa da cirurgia.
Ver aquela coisinha pequena abrir a boca direitinho e efetivamente sugar o que tinha de colostro, segurando meu dedo com uma mãozinha menor que mão de boneca, mas já com força, é daquelas coisas que acontecem e que te fazem ter certeza absoluta de que Deus existe, está pertinho e nos ama mesmo.
Fui pra sala de recuperação sentindo-me ótima, sem sono, já mexendo as pernas e fiquei lá até o Davi chegar e subir comigo pro quarto: ele foi mamando, meu bezerrinho P.O.
No outro dia, pela manhã, o Felipe chegou para nos visitar. Como tínhamos comprado um presente pra ele, ele primeiro se envolveu com o pacote para depois reparar que tinha um bebezinho no recinto. Ele olhou e falou: "É o Davi! Ele tem um olho."
Ele disse que ia bater no Davi, depois que o Davi iria bater nele e, quando explicamos que nada disso iria acontecer porque eles eram irmãos e que um iria fazer carinho no outro, ele se encarregou de dar os brinquedinhos novos para o Davi: "Toma, Davi." Depois disse que iria fazer carinho e que queria pegar no colo. Pronto: minha felicidade estava completa.
Já em casa, toda vez que vê o irmão, Felipe anuncia para todos os presentes: "É o Davi! Vô fazê cainho, vô pedá nu cóio." E faz carinho, dá beijo (e levanta a mão, às vezes, confesso...). O Felipe aumentou o tamanho corporal em 80% durante os dois dias em que fiquei na maternidade: é impressionante como esse moleque está grande e pesado!
Meus pais estão dando conta de entreter o Felipe nas muitas horas em que passo com o Davi em regime de exclusividade e essa ajuda está sendo providencial, nunca poderei agradecer o suficiente. O Sandro consegue ser ainda mais parceiro, desdobrando-se em vários para dar conta do Felipe, do Davi, dos sogros, do trabalho e, não sei como, ainda dá conta de mim e das minhas sequentes variações de humor - LOVE YOU FOREVER.
E quem disse que no segundo filho fica tudo mais fácil, registro que comigo não está sendo bem assim... Não que seja desesperador como é com o primogênito, mas fácil não é não... Davi está com gases, tem dificuldade de arrotar e de fazer o número 2 quando está deitado e as noites em que eu dormia maravilhosamente bem até às quatro da manhã (pra dar mamadeira pro Felipe) fazem parte de um passado remoto. Mesmo assim, já dá pra perceber que o amor maternal existe logo de cara, pois fico emocionada ao vendo se aconchegar no meu peito com cara de quem está amando o local, ao vê-lo mamar com tanta veemência, ao começar a conhecer suas expressões corpóre-faciais.
Seja bem-vindo, meu filho.
O Davi nasceu no dia 13/07/2011, às 15h15, no hospital Mater Dei, em Belo Horizonte-MG. S-A-U-D-A-V-E-L, sem hipoglicemia e pesando 200g a menos do que previa a última ultrassonografia. É um bebê considerado grande (3.790 g distribuídos em 51 cm de comprimento), mas não é dos maiores.
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| Antes do parto |
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| Meus pais no 'mineirinho' |
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| Born to be wild 2 |
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O dia do nascimento do Davi foi daqueles memoráveis, a cirurgia foi emocionante. Primeiro porque o Sandro estava presente na sala do parto e meus pais puderam assistir a tudo através de uma janela de vidro, que dá para uma salinha anexa (a Sala da Família) chamada de "mineirinho". Depois porque o Davi nasceu chorando pra caramba, demonstrando ser bem saudável, porque ele foi direto pro meu colo assim que liberado pela neonatologista e, isso foi o auge, eu pude amamentá-lo ali mesmo, deitada na mesa da cirurgia.
Ver aquela coisinha pequena abrir a boca direitinho e efetivamente sugar o que tinha de colostro, segurando meu dedo com uma mãozinha menor que mão de boneca, mas já com força, é daquelas coisas que acontecem e que te fazem ter certeza absoluta de que Deus existe, está pertinho e nos ama mesmo.
Fui pra sala de recuperação sentindo-me ótima, sem sono, já mexendo as pernas e fiquei lá até o Davi chegar e subir comigo pro quarto: ele foi mamando, meu bezerrinho P.O.
No outro dia, pela manhã, o Felipe chegou para nos visitar. Como tínhamos comprado um presente pra ele, ele primeiro se envolveu com o pacote para depois reparar que tinha um bebezinho no recinto. Ele olhou e falou: "É o Davi! Ele tem um olho."
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| "Ele tem um olho" |
Ele disse que ia bater no Davi, depois que o Davi iria bater nele e, quando explicamos que nada disso iria acontecer porque eles eram irmãos e que um iria fazer carinho no outro, ele se encarregou de dar os brinquedinhos novos para o Davi: "Toma, Davi." Depois disse que iria fazer carinho e que queria pegar no colo. Pronto: minha felicidade estava completa.
Já em casa, toda vez que vê o irmão, Felipe anuncia para todos os presentes: "É o Davi! Vô fazê cainho, vô pedá nu cóio." E faz carinho, dá beijo (e levanta a mão, às vezes, confesso...). O Felipe aumentou o tamanho corporal em 80% durante os dois dias em que fiquei na maternidade: é impressionante como esse moleque está grande e pesado!
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| "Téio dá beijo" |
Meus pais estão dando conta de entreter o Felipe nas muitas horas em que passo com o Davi em regime de exclusividade e essa ajuda está sendo providencial, nunca poderei agradecer o suficiente. O Sandro consegue ser ainda mais parceiro, desdobrando-se em vários para dar conta do Felipe, do Davi, dos sogros, do trabalho e, não sei como, ainda dá conta de mim e das minhas sequentes variações de humor - LOVE YOU FOREVER.
E quem disse que no segundo filho fica tudo mais fácil, registro que comigo não está sendo bem assim... Não que seja desesperador como é com o primogênito, mas fácil não é não... Davi está com gases, tem dificuldade de arrotar e de fazer o número 2 quando está deitado e as noites em que eu dormia maravilhosamente bem até às quatro da manhã (pra dar mamadeira pro Felipe) fazem parte de um passado remoto. Mesmo assim, já dá pra perceber que o amor maternal existe logo de cara, pois fico emocionada ao vendo se aconchegar no meu peito com cara de quem está amando o local, ao vê-lo mamar com tanta veemência, ao começar a conhecer suas expressões corpóre-faciais.
Seja bem-vindo, meu filho.
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