Comecei a escrever o post de hoje já faz batante tempo, e nem me lembro mais porque não publiquei no dia...
"Mamãe, não: é vovó!" foi a reação do Felipe quando chamei minha mãe de mãe. O trocadilho serve bem pra ilustrar essa dupla função da avó, como se ela fosse duas vezes mãe e como se fosse possível ter dedicação em dobro. Pois a minha mãe está sendo mãe elevada à enésima potência e, sim, consegue se sair brilhantemente nesta função.
Minha mãe está hospedada em minha casa, beeeem longe da casa dela, há mais de um mês. Chegou quando eu estava grávida de 37 semanas, pra me dar um suporte com o Felipe no caso de o Davi resolver chegar de surpresa. Ela e meu pai esperaram pacientemente até o dia do parto, estavam presentes no hospital e, literalmente, assistiram ao nascimento do Davi.
Eles também estavam lá no nascimento do Felipe e conseguiram me passar a tranquilidade que eu precisava. Ele demorou pra chegar no quarto porque precisou receber oxigênio extra, por oito horas, no berçário do hospital. Eu só soube depois e, com o sorriso estampado no rosto deles, nem dava pra desconfiar que havia algo de errado.
Bem, pelo que está escrito, essa postagem foi feita lá em BH. O final da história é que nos mudamos para Campo Grande e minha mãe viajou conosco, cuidou da gente na casa do meu irmão enquanto não conseguíamos alugar uma casa, ajudou na mudança e só quando estávamos confortavelmente instalados é que voltou para a sua casa.
Isso aconteceu há praticamente um mês e duvido que ela apareça por essas bandas tão cedo... Não tem problema, darling: nós vamos até você!
Esta postagem é para tornar público meu agradecimento por ter estado tão presente nos momentos em que realmente precisei de você. Amo-te!
sexta-feira, 30 de setembro de 2011
terça-feira, 27 de setembro de 2011
Canseira
Agora que sou oficialmente mãe de dois filhos, inegavelmente doces crianças, posso oficialmente declarar-me cansada! Já tinha escutado que "o segundo filho é mais fácil", mas eu não estou achando essa moleza toda não, viu...
Vocês podem estar pensando: "Caramba, a mulher fica dois meses sem postar nada e, quando o faz, reclama que está cansada?" Bem, estou mesmo e, quando penso no assunto "dois filhos", o cansaço é a primeira coisa que me vem na cabeça.
Nesta noite, por exemplo, eu não passei mais do que dez minutos deitada em minha cama. O Davi acordou para mamar por volta das dez da noite e eu, que tinha acabado de ir deitar, fui pro quarto dele e, ao sentar na mega-poltrona-super-maravilhosa-e-confortável que tem lá, adormeci com ele no colo. Acordei umas duas horas depois com o peito pra fora, Davi dormindo e zonza como um zumbi. Coloquei-o no berço e fui pra minha cama. Alguns minutos depois escutei ele me chamando com aquela vozinha de quem está educadamente reclamando (como foi colocado no berço sem ter arrotado, ficou incomodado). Levantei e começou tudo de novo, pois como já fazia mais de duas horas da última amamentação, resolvi amamentar de novo, com o outro peito.
Esse ciclo foi repetido A NOITE TODA.
O agravante é que, em parte dessas acordadas do Davi, o Felipe também acordava com a barulheira e sobrava para o Sandro levantar e ir no quarto dele acudi-lo. Eu nem podia consolar o Davi em voz alta, porque o Felipe iria escutar e ia querer que eu fosse lá no quarto dele também.
O resultado é que minha cama poderosa passou a noite sozinha, já que o Sandro também adormecia todo encolhido na caminha do Fefê.
Daí lembrei que meu obstetra foi categórico quando nos aconselhou a não tomar nenhuma medida definitiva nos primeiros meses após o parto, dizendo que todo mundo iria querer fazer vasectomia ou ligadura de trompas, em decorrência do cansaço inerente a essa fase. Sábias palavras. Eu fico arrepiada só de pensar na hipótese de ter outro bebê, acredito piamente que eu não daria conta de cuidar apropriadamente...
Mas isso deve passar mesmo, porque eu não me lembro de ter ficado assim quando o Felipe era o bebezinho. Hoje, só lembro da risada dele, das covinhas das coxas, da primeira gargalhada, dele dormindo no meu colo depois de mamar... Lembro que a menina que trabalhava em casa na época dizia que nem parecia que tinha bebê em casa, de tão bonzinho que o Felipe era - foram exatamente essas as palavras que escutei esses dias aqui em casa, em relação ao Davi.
E eles são mesmo uns fofos... A culpa da minha canseira é minha, ou, no máximo, da minha poltrona, mas não deles. É deles apenas a responsabilidade por me fazer tão feliz com cada sorriso e abraço.
Vocês podem estar pensando: "Caramba, a mulher fica dois meses sem postar nada e, quando o faz, reclama que está cansada?" Bem, estou mesmo e, quando penso no assunto "dois filhos", o cansaço é a primeira coisa que me vem na cabeça.
Nesta noite, por exemplo, eu não passei mais do que dez minutos deitada em minha cama. O Davi acordou para mamar por volta das dez da noite e eu, que tinha acabado de ir deitar, fui pro quarto dele e, ao sentar na mega-poltrona-super-maravilhosa-e-confortável que tem lá, adormeci com ele no colo. Acordei umas duas horas depois com o peito pra fora, Davi dormindo e zonza como um zumbi. Coloquei-o no berço e fui pra minha cama. Alguns minutos depois escutei ele me chamando com aquela vozinha de quem está educadamente reclamando (como foi colocado no berço sem ter arrotado, ficou incomodado). Levantei e começou tudo de novo, pois como já fazia mais de duas horas da última amamentação, resolvi amamentar de novo, com o outro peito.
Esse ciclo foi repetido A NOITE TODA.
O agravante é que, em parte dessas acordadas do Davi, o Felipe também acordava com a barulheira e sobrava para o Sandro levantar e ir no quarto dele acudi-lo. Eu nem podia consolar o Davi em voz alta, porque o Felipe iria escutar e ia querer que eu fosse lá no quarto dele também.
O resultado é que minha cama poderosa passou a noite sozinha, já que o Sandro também adormecia todo encolhido na caminha do Fefê.
Daí lembrei que meu obstetra foi categórico quando nos aconselhou a não tomar nenhuma medida definitiva nos primeiros meses após o parto, dizendo que todo mundo iria querer fazer vasectomia ou ligadura de trompas, em decorrência do cansaço inerente a essa fase. Sábias palavras. Eu fico arrepiada só de pensar na hipótese de ter outro bebê, acredito piamente que eu não daria conta de cuidar apropriadamente...
Mas isso deve passar mesmo, porque eu não me lembro de ter ficado assim quando o Felipe era o bebezinho. Hoje, só lembro da risada dele, das covinhas das coxas, da primeira gargalhada, dele dormindo no meu colo depois de mamar... Lembro que a menina que trabalhava em casa na época dizia que nem parecia que tinha bebê em casa, de tão bonzinho que o Felipe era - foram exatamente essas as palavras que escutei esses dias aqui em casa, em relação ao Davi.
E eles são mesmo uns fofos... A culpa da minha canseira é minha, ou, no máximo, da minha poltrona, mas não deles. É deles apenas a responsabilidade por me fazer tão feliz com cada sorriso e abraço.
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