terça-feira, 13 de dezembro de 2011

5 meses de família completa

Hoje meu caçula está completando 5 meses de vida. QUE BEBÊ GOSTOSO!





O Felipe também era uma delícia, mas, não sei se porque estou mais tranquila, o Davi parece ser tão bonzinho. A gente deve esquecer mesmo... Eu lembro que achava o Felipe o mais fofo de todos, que não existia neném mais sorridente, mais carinhoso, mais gostoso. Daí chegou o Davi e mostrou que essa fábrica é realmente das boas, hehehe, pois ele é um bebê tremendamente encantador.



Muuuuuito sorridente. Sorri até entre os resmungos das crises de cólica. É só qualquer pessoa mexer com ele, que ele abre aquele sorrisão banguela delicioso. Já consegue rolar pro lado esquerdo e, por causa disso, aprendeu a dormir de ladinho, o que causou uma melhora significativa em seu sono.


Davi, você deixou nossa família completa e mais feliz ainda. Seja bem-vindo!

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Tranqueirinha

Felipe: "Papai, quelo mais suco"
Sandro: "Agora não."
Felipe: "Por favor, papaizinho"
Sandro: "Só na hora do jantar."
Felipe: "Papai, quelo jantai"

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Estou muito feliz porque você existe

O Felipe está uma criança deliciosa. Batendo os dois anos e meio, está com a linguagem bem desenvolvida, o que lhe permite expressar toda sua inata doçura.

Esses dias eu li que, uma maneira de educar sem precisar bater (porque às vezes dá vontade, sim) é recompensando o bom comportamento. É uma ótima dica! Daí comecei a dizer pro Felipe que eu estava muito feliz porque ele estava fazendo xixi no vaso, porque ele estava comendo toda a comida, guardando todos os brinquedos, etc, o que o deixava todo satisfeito - eu percebia sua expressão de contentamento em ver que ele estava me agradando. Daí a gente estava brincando e ele olhou pra mim e disse: "Mamãe, eu estou muito feliz". Aaaaaaaiiiiiiii, que fofo!!! Quase esmaguei aquele moleque. São esses os momentos que a gente classifica como impagáveis, insubstituíveis.





Antes de dormir, juntas as mãozinhas e diz: "Amém, papai do céu. Obrigado pelo dia, que foi ótimo. Obrigado pelo papai, pela mamãe, pelo Davi, pelo titio Vaka, pela titia Tarsila, pelo vovô, pela vovó..." Com a voz mais doce do mundo.
E são frases complexas, do tipo: "Bebe o suco devagar, mamãe, pra não derrubar. Coloca a mão e segura bem forte" (repetindo o que a gente fala pra ele), ou "Pega o meu Homem-Aranha na mochila, lá na sala. Abre  zíper...", ou "Oi, eu sou o Ben 10, você quer brincar comigo?" (com um bonequinho do Homem Aranha numa mão e um do Ben 10 na outra).
Tão fofo, mas tão fofo, que morro de remorso quando perco a paciência com ele, naquela situações que um jogo de cintura resolveria tranquilamente. Fico muito triste e decepcionada comigo mesma, porque sei que sempre tem um jeito carinhoso de contornar a situação, alguma brincadeira que faça com que ele esqueça sua birra... sempre consigo contornar, sem brigar, quando me proponho a isso. Ele fica muito triste quando eu brigo com ele, quando falo alto, e eu mais triste ainda.

Devo ressaltar que fico triste quando brigo em situações que não precisaria de uma briga. Mas quando ele faz algo errado, brigo e sou firme, o que faz com que ele me obedeça. Muita responsabilidade isso de por limites, de disciplinar..